|
|
"O QUE SE CONSOME" ESTRÉIA ESTE MÊS
Reportagem - Carem Abreu
“O QUE SE CONSOME”, o novo filme da ATOS Central de Imagens, acaba de sair do “forno”. A sua Exibição Teste aconteceu no dia 20 de abril de 2008. O documentário piloto propõe uma reflexão sobre o mundo do consumo a partir da perspectiva independente da Auto-Educação Vitalícia. Foi exibido em Belo Horizonte durante a programação do XXVIII Seminário de Outono, evento realizado pelo Restaurante Escola Fonte de Minas e o Instituto Princípio Único.
O processo de pesquisa e produção para a realização do documentário começou em 2007, com a cobertura dos eventos promovidos pelo Centro Internacional de Auto-Educação Vitalícia: em abril o XXVII Seminário de Outono (BH/MG) e em julho o XXX Seminário de Inverno (Mairiporã, SP). A partir da captação a roteirista e diretora Carem Abreu criou o argumento do filme, e neste ano, foram capturadas em Belo Horizonte as imagens e depoimentos referentes ao mundo do consumo.
Durante o Seminário de Outono a Exibição Teste serviu como instrumento de reflexão sobre os comportamentos sócio-culturais e impulsionou o início de uma discussão sobre os padrões do mundo do consumo. A roda de conversa sobre Consumo teve mais de 30 participantes e a exibição do documentário-piloto recebeu os aplausos do público. Produzido de forma totalmente independente o documentário, de aproximadamente 20 minutos, será exibida durante as sessões populares do Cineclube Social Sessão Pipoca, da produtora audiovisual Atos Central de Imagens e em mostras e festivais de cinema em todo o Brasil.
DOCUMENTÁRIO TELEVISIVO
Até o final do ano “O que se Consome” terá uma versão ampliada para exibições televisivas, já em negociação. Durante os 55 minutos do documentário o público será convidado a fazer uma análise do que estamos “adquirindo” no mundo do hiper-consumismo e da necessidade de reflexão sobre o impacto sócio-ambiental do consumo exacerbado, estimulado pela indústria cultural. Imagens e depoimentos são elementos para a criação de um paralelo entre o cotidiano da metrópole e a Auto-Educação Vitalícia, um critério baseado no fortalecimento da personalidade e da sensibilização, que possibilita a sobrevivência com o mínimo necessário.
O documentário analisa a ecologia interna da humanidade (aspectos biológicos e bioquímicos), passando pelo papel da alimentação, da sensibilidade instintiva, pelo controle do destino humano através da educação de seus hábitos e preferências. Desta forma a doença, a saúde, o caos urbano, o hiper-consumismo, a superaceleração, o autocontrole, a ganância, a miséria, o autoconhecimento, a solidariedade, a veneração do belo, a degradação ambiental e humana, e o cotidiano de consumo de uma grande metrópole se transformarão em alavancas de reflexão sobre nossas "opções" e condutas diárias.
O vídeo apresenta entrevistas com o Professor Tomio Kikuchi, introdutor da macrobiótica na América Latina e dos participantes dos eventos promovidos pelo Centro Internacional de Auto-Educação Vitalícia. A trilha sonora do filme foi gentilmente cedida pelo Ministro da Cultura, Gilberto Gil. Os depoimentos sejam de mineiros ou paulistas, nordestinos ou sulistas, sejam de latinos ou iberos americanos demonstram que práticas simples, como aplicar o autocontrole (que fortalece a volta ao perfeito funcionamento do corpo e da mente), e adotar uma alimentação onde se considera a qualidade de vida e as proporções entre o yin e o yang, certamente contribuem para uma existência saudável, com mais saúde e menos dependência do sistema.
|
|